sábado, 11 de setembro de 2010

Novos tempos




Novos tempos
Novas expectativas
Novas esperanças...

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Criança adulta


É estranho
é tão estranho que chega a ser parvoíce
mas é forte e inevitável
é tudo para quem não conhece nada

É poder, força e vontade num só
Uma erupção de viver sem fim
Chega a ser brincadeira
Uma brincadeira para quem morreu ontem...

Morreu ontem e ressuscitou brincando, vivendo, explodindo!
Mas é bom, é bom demais!
É viciante, é droga que se apodera sem matar

Sem matar porque é brincadeira
Como se o mundo já não fosse mais o mesmo!
Como que criança a descobri-lo

Criança a descobrir seus pézinhos e a ver-se ao espelho pela primeira vez,
mas com o fascínio do mundo nos olhos

Mas o mundo parou
porque a droga acabou
e consome com nostalgia

É como bebé sem brinquedo, sem chorar, sem viver,
sem compreender nem ser compreendido
à espera do bom que nunca chega...

do bom que por tardar corroí...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Uma lágrima


Caiu uma lágrima do meu rosto
Apenas uma
Mas não uma lágrima qualquer
Uma lágrima do mais fundo possivel
Uma lágrima das entranhas que se alastrou pelo rosto até um lago de nada se formar em mim...
E foi só uma
Apenas uma lágrima que secou em mim e deixou marca...
Se fosse um lago...morria
Como é só uma lágrima...escureço em silêncio