segunda-feira, 26 de maio de 2008

O enigma do dar sem receber


Sinto-me a sufucar
E não me quero sentir assim
Parece tudo depender de mim
E chega ao fim mais vale pecar

A minha luz esta sempre acesa
Para quem a queiser receber
Mas será que para iluminar
Eu tenho de escurecer?

A luz sempre brilhou
Ela nunca oscilou
Mas ficou escurecida
E agora esta enegrecida

Porque as pessoas são humanas
E erram naturalmente
E toda a luz que se prese
É absorvida e não reflectida

Gostava só que houvesse um espelho
Que podesse reflectir a luz
E mesmo que enegrecida
Senti-la na pele que reluz

Tentarei seguir o coração
Mesmo que com pouca convicção
E porque o meu mal pode ser o de muitos
Talvez nem todos percebam a minha acção

Os amigos estão no coraçao
E nunca são uma ilusão
Terei de lhes perguntar
Para o coração guiar...........

6 comentários:

Brisa disse...

Olá,
Vi o teu comentário no meu "Mãezices" e vim retribuir a visita. Gosto muito das tuas palavras. Virei cá mais vezes!
Bjs!

Carpe Diem disse...

Olá
Agrdeço muito a sua visita
Espero que o meu humilde blog seja do seu agrado
Sera sempre bem vindo
Um abraço

Anónimo disse...

Olá,
Gostei muito do seu poema.
Continue a escrever.
Um abraço :)

Carpe Diem disse...

Obrigada
O seu comentario é muito animador
Um abraço

Hebitsukai disse...

Já dei tanto sem nada receber...e dei muito desse tanto sem sequer nada esperar receber...

...mas para te ser sincero...estou um bocado cansado dessa minha postura...sinto necessidade de ser um bocado mais egoísta! Já dei muito...acho sinceramente que agora mereço começar a receber!

Talvez um mecanismo de defesa...mas é agora, mais que nunca, necessário! Senão não duro muito mais.

Carpe Diem disse...

Eu ainda estou na fase de achar que tenho de dar para receber, espero nunca me chegarem a provar o contrário...