quinta-feira, 12 de junho de 2008

Saudade


Sentimento que corrói
Mas não destrói
Arde
Mas não queima
Dói
Mas não se vê

Não se vê
Não se ouve
Não se cheira
Mas sente-se duro e frio

Faz se sentir com a tristeza
Da noite escura
Eleva-se no ar ao amanhecer
Mas nunca desaparece

Aparece com a perda
E faz-nos perder
As nossas alegrias
Aumentando as nossas agonias

Não é doença
Mas mata a euforia
Não é morte
Mas faz se sentir como tal

Tem cura
E remédio
Cura-se com a presença
Remedeia-se com o tempo

10 comentários:

Inês disse...

acho que nao preciso de dizer que gostei. Pois isso é óbvio!

*

Carpe Diem disse...

Obrigada
Depois de tão poucas visitas é bom contemplar que agradamos a alguem
Um abraço

Brisa disse...

Fez-me bem ler isto, depois do stress dos últimos dias!
Bjs!

Carpe Diem disse...

Ainda bem que o meu humilde poema libertou a sua alma...
...espero sinceramente que os meus textos continuem a levar o stress desses dias malandros como uma brisa fresca leva uma folha leve pelo ar
Um abraço

Anónimo disse...

Olá.
Mais uma vez adorei!
Um beijo*

Carpe Diem disse...

Mais uma vez agradeço
Um abraço

Anónimo disse...

gostei imenso ... e cofesso k é um dos sentimentos k é-me mais dificil lidar cm ele...kmu tda a gente... axu k demonstras isso mt bem no poema.
bjs fofos!!
paty^^

Carpe Diem disse...

Podes querer
A saudades é um dos sentimentos mais fatais...
...já ouvis te falar em morrer de saudade...
...de vez em quando nao é so uma forma de falar
^^
Bjocax

Hebitsukai disse...

Tudo verdade.

Carpe Diem disse...

Eu nunca mentiria...